quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
(Algures neste Miratejo)
Some fine day when we go walking
We'll take time for idle talking
Sharing every feeling as we watch each other smile
I'll hold your hand you'll hold my hand
We'll say things we never had planned
Then we'll get to know each other in a little while
But for now ...
(Jamie Cullum, But for now)
Um beijinho*
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Abro a tampa do baú do meu ser, remexo e procuro significados, verdades, razões.
O âmago de mim está ali, mesmo ali.
Não procuro sentido, nem coerência, apesar de a considerar importante.
Procuro apenas algo que me lembre da ti, algo que traga uma memória tua.
(Tu, que entre folhagens verdes, és ramagem vermelha.)
Um beijinho*
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Folha de Outono no chão * Caracóis da minha cabeça * Três irmãos há 6 anos * Avenida 25 de Abril cheia de luz matutina * Caixa de recordações * Urso descansando pela manhã.Vais pela rua e finges que navegas, desancorado até à alma, percorres os mares do mundo!
Hoje és um rei e finges que te entregas ao vento e à tempestade, como se fosses um vagabundo.
À aventura, sente a maresia. E a madrugada corre, deixa-te levar pelo vento quente, que se cola ao teu corpo e te embala sempre; até quereres voltar...
A fantasia tem brilhos como as estrelas. É morna e doce e apetece soltá-la a voar no mundo!
Hoje és um rei na tua caravela, a navegar num sopro de magia.
À aventura, sente a maresia. E a madrugada corre, deixa-te levar pelo vento quente, que se cola ao teu corpo e te embala sempre; até quereres voltar...
Mafalda Veiga - A Fantasia (tem brilhos como as estrelas)
Um beijinho*
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
Ontem à noite pus-me a reflectir nas coisas da vida em vez de dormir. Tive um quebranto, fiquei surdo e mudo, tolhido de espanto mas percebi tudo. O mundo era meu, sentia-me um rei, o tempo era extenso e eu ditava a lei. Bastou dar um passo e crescer em frente, perdi toda a graça quase de repente!
Não fosse um sentido de humor apurado, que me faz viver um sonho acordado;
Não via tão claro o sentido da vida e tudo seria bem mais complicado!...
Eu era feliz, tinha os meus brinquedos. O anjo da guarda tirava-me os medos. Descobri o amor, vi nele o paraíso, mas para ser expulso às vezes pouco é preciso. Podia ter tudo do bom e do caro que nada acudia ao meu desamparo. Sou a alma do mundo mais bem informada. Quanto mais me informo mais sei que sei nada!
Não fosse um sentido de humor apurado, que me faz viver um sonho acordado;
Não via tão claro o sentido da vida e tudo seria bem mais complicado!...
Ontem à noite pus-me a reflectir nas coisas da vida em vez de dormir.
Utilidade do Humor, Clã Letra: Carlos Tê / Música: Hélder Gonçalves
Um beijinho*
terça-feira, 13 de novembro de 2007
Em resposta ao desafio da quinta frase da página 161 do livro que esteja mais à mão, lançado pela Carlix, aqui fica o resultado.
Livro: Gritos contra a indiferença, Fernando Nobre
Frase: "(...) sobre o povo inocente do Iraque e o seu ditatorial governo; (...)"
O livro é uma compilação de artigos publicados por este "médico do mundo", assim como textos de conferências que tem dado nos últimos dez anos.
A frase que calhou pertence ao editorial da AMI Notícias n.º 26, intitulado "Guerras preventivas... loucura e irresponsabilidade!".
Passo o desafio a Buzz Universe, Chocolate, Desparece… , Marlon Francisco e Um Certo Azedume.
Livro: Gritos contra a indiferença, Fernando Nobre
Frase: "(...) sobre o povo inocente do Iraque e o seu ditatorial governo; (...)"
O livro é uma compilação de artigos publicados por este "médico do mundo", assim como textos de conferências que tem dado nos últimos dez anos.
A frase que calhou pertence ao editorial da AMI Notícias n.º 26, intitulado "Guerras preventivas... loucura e irresponsabilidade!".
Passo o desafio a Buzz Universe, Chocolate, Desparece… , Marlon Francisco e Um Certo Azedume.
(Não quebres a corrente, caso contrário a Mariazinha aparece aos pés da tua cama com os olhos esbugalhados)
terça-feira, 23 de outubro de 2007
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
Do concerto...
Ana Carolina, David e Fred
Eu, Sara, Raquel, Ana Carolina, David e Fred
Sara, Raquel, Ana Carolina, Eu (estava a ralhar; sem qualquer sucesso, obviamente)
O concerto propriamente dito.
... sobraram as memórias.
Já se passou uma semana desde este acontecimento.
Foi marcante e extraordinário. Foi perfeito.
E pelo que sei, o Pai alcançou mais uma pessoa. ^^
Um beijinho*
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Quando o meu olhar atravessa os vidros da janela, vê o sol e o vento ameno que temperam esta tarde de segunda-feira. Aqui, porém, chovem ideias, chovem textos, chovem vontades incontroláveis. Chovem páginas electrónicas que se abrem e se fecham, chovem dúvidas, chovem cores, chovem sonhos que se agitam, na acalmia instaurada entre tantas paredes, por a casa estar vazia.
Chovem tantos sentimentos, tão concretos e sedentos de reflexão.
E eu, desisto de tentar fazer sentido, de tentar construir frases poeticamente belas. Largo o guarda-chuva da segurança e deixo-me molhar por esta chuva de bênçãos que cai sem cessar.
Comecemos então, pelo princípio.
1. Recebi um mail, que trazia um link, que passo a copiar para aqui. É um artigo do jornal SOL, que frisa a tentativa de reinstaurar (ou será reavivar?) as ideias Hitlerianas no ceio das escolas secundárias da Margem Sul. (o deserto, portanto). Desde o início deste ano que tenho vindo a estudar, na disciplina de psicologia, a extraordinária evolução sofrida pela espécie humana, que conseguiu sobreviver através de todos estes séculos, não com garras, nem pelo extremamente denso, nem com destreza para correr ou nadar; mas sim com o cérebro.
Será esta a mesma espécie humana que inventou a roda e a internet, e que distingue os seus semelhantes pela quantidade de melanina que as células da pele apresentam?
Será a esta a mesma espécie humana, que reconhece como sendo superiores aqueles que apresentam narizes mais afilados e olhos azuis, ou verdes?
São factos que me transcendem.
2. Através do Histórias de Rio Maior (da Carla), fui parar ao “Portal dos Psicólogos” e andei a viajar por esse mundo até há duas horas atrás, até que desisti de tentar planear o meu futuro, pelo menos por enquanto. Afinal, essa tarefa não me compete, ainda que eu desespere por saber o que me espera daqui para diante, que queira assinalar os meus próximos passos, que me queira preparar. Tenho de continuar a assimilar que CONFIAR, é mais importante que tudo isto. (e, sobretudo, faz-me perder menos tempo.)
3. Ainda nos blogs da Carla, mas desta vez no Metanóias, pude ver nestes posts como foi a azáfama que preencheu os jovens da minha igreja, nos dias e semanas que antecederam a segunda saga dos Concertos de Louvor. O que é ali descrito, foi organizado por eles. Este que vai acontecer dia 13 de Outubro, às 18:00h, foi organizado por um grupo completamente diferente, em que me incluo. Lembro-me perfeitamente da vontade que me saía dos poros, quando decidi colocar mãos à obra, por querer dar-Lhe aquilo que Ele merece, ainda que tenha pouco. E neste momento, não me consigo conformar com esse “pouco”. Queria poder fazer mais, cantar mais, inspirar mais. Transmitir mais, louvar melhor.
A esta altura do campeonato, em que me devia sentir tranquila e expectante, sinto-me ansiosa.
O que vale é que no sábado ainda teremos mais umas horas para aperfeiçoar o trabalho feito até aqui.
Pronto. Creio que por hoje são suficientes as “confissões”. Vou fazer qualquer coisa útil, distrair um pouco o coração.
Um beijinho*
Chovem tantos sentimentos, tão concretos e sedentos de reflexão.
E eu, desisto de tentar fazer sentido, de tentar construir frases poeticamente belas. Largo o guarda-chuva da segurança e deixo-me molhar por esta chuva de bênçãos que cai sem cessar.
Comecemos então, pelo princípio.
1. Recebi um mail, que trazia um link, que passo a copiar para aqui. É um artigo do jornal SOL, que frisa a tentativa de reinstaurar (ou será reavivar?) as ideias Hitlerianas no ceio das escolas secundárias da Margem Sul. (o deserto, portanto). Desde o início deste ano que tenho vindo a estudar, na disciplina de psicologia, a extraordinária evolução sofrida pela espécie humana, que conseguiu sobreviver através de todos estes séculos, não com garras, nem pelo extremamente denso, nem com destreza para correr ou nadar; mas sim com o cérebro.
Será esta a mesma espécie humana que inventou a roda e a internet, e que distingue os seus semelhantes pela quantidade de melanina que as células da pele apresentam?
Será a esta a mesma espécie humana, que reconhece como sendo superiores aqueles que apresentam narizes mais afilados e olhos azuis, ou verdes?
São factos que me transcendem.
2. Através do Histórias de Rio Maior (da Carla), fui parar ao “Portal dos Psicólogos” e andei a viajar por esse mundo até há duas horas atrás, até que desisti de tentar planear o meu futuro, pelo menos por enquanto. Afinal, essa tarefa não me compete, ainda que eu desespere por saber o que me espera daqui para diante, que queira assinalar os meus próximos passos, que me queira preparar. Tenho de continuar a assimilar que CONFIAR, é mais importante que tudo isto. (e, sobretudo, faz-me perder menos tempo.)
3. Ainda nos blogs da Carla, mas desta vez no Metanóias, pude ver nestes posts como foi a azáfama que preencheu os jovens da minha igreja, nos dias e semanas que antecederam a segunda saga dos Concertos de Louvor. O que é ali descrito, foi organizado por eles. Este que vai acontecer dia 13 de Outubro, às 18:00h, foi organizado por um grupo completamente diferente, em que me incluo. Lembro-me perfeitamente da vontade que me saía dos poros, quando decidi colocar mãos à obra, por querer dar-Lhe aquilo que Ele merece, ainda que tenha pouco. E neste momento, não me consigo conformar com esse “pouco”. Queria poder fazer mais, cantar mais, inspirar mais. Transmitir mais, louvar melhor.
A esta altura do campeonato, em que me devia sentir tranquila e expectante, sinto-me ansiosa.
O que vale é que no sábado ainda teremos mais umas horas para aperfeiçoar o trabalho feito até aqui.
Pronto. Creio que por hoje são suficientes as “confissões”. Vou fazer qualquer coisa útil, distrair um pouco o coração.
Um beijinho*
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