terça-feira, 26 de setembro de 2006

(A Joana é que tirou)


Tomorrow, if it rains
I will dance in the rain with you.
If it snows we will make snow pancakes and eat them together.
If it’s cold I will warm myself in your smile.
If it’s hot I will cool myself with your slow clear voice.
If there is a fog I will be happy to lose myself for a time.(But please come and find me, won’t you?)


Weather Forecast (tirado de uma ficha de exercícios)

terça-feira, 19 de setembro de 2006

(Fotografia da minha autoria , tempo de férias , passeio na praia com a Nádia)



Desviou-se o paralelo um quase nada
E tudo escureceu:
Era luz disfarçada em madrugada
A luz que me envolveu.

A geométrica forma dos meus passos
Procura um mar redondo.
Levo comigo, dentro dos meus braços, oculto,
Todo o mundo.

Sozinha já não vou.
Apenas fujo, às negras emboscadas.
Em cada esfera desenho o meu refúgio -
- As minhas coordenadas .


As coordenadas líricas * Fernanda Botelho



Fiz um post igual na minha mais recente pancada . Mas eu gosto mesmo deste poema ' fazê o quê ' !

Um Beijo

*

sábado, 16 de setembro de 2006





NÃO HÁ NADA COMO O REGRESSO ÀS AULAS ! :'D
SE QUERES PERTENCER À FAMÍLIA OLÁ , CONTACTA-NOS ! x'D

(Falta aqui o compincha Fernando, que não gosta de fotos . E se, por acaso e muuuuuiita sorte, é apanhado, faz uma cara séria que destoa do resto ! )

segunda-feira, 11 de setembro de 2006

O meu (macro) porta-chaves.

O barulhinho agradável das teclas já é familiar às pontas dos dedos cansados .
Os olhos já estão saturados de algumas banalidades que se processam neste ecrã.
Necessito do impacto do contacto directo, sem intermediários de alta tecnologia.
Quero mais é poder viajar a pé, de autocarro, de comboio ou de barco, ou mesmo de teleférico.
Quero é poder alcançar quem deixei em outras terras (relativamente) distantes, e de quem tanto sinto a falta .

' É isto ! Percebem o que quero dizer ? ' Ou não percebem ?

Um Beijo

*

segunda-feira, 4 de setembro de 2006

Fotogarfia tirada e trabalhada por mim (': no aniversário de namoro dos manos

Eu gosto de várias coisas . (Isto parece-se mesmo com um texto escrito por mim, mas um mim com sete anos)
Mas duas das coisas de que gosto realmente são histórias de amor e amizades a florescer ou em fase de amadurecimento.

Vi
um filme com um enredo a tender para o banal, mas lá está ! era uma historia de amor. Digamos que, apesar de estar com a minha prima em casa sempre a pedir-me para mudar de canal para ela ver outro programa, e de ver o filme com várias interrupções, foi uma das ...
Isto está a tornar-se extremamente foleiro e eu não vou continuar a divagar sobre o quanto gostei do filme e porquê.
Na realidade isso pode dizer-se em poucas palavras.
Gostei e muito, porque sou (muito raramente, mas não deixo de ser) lamexas. (Já foram algumas palavras, não ?)

Parece que acerca deste assunto estou esclarecida (sim, porque uma boa parte das vezes em que escrevo é para me esclarecer. Aliás , há uns tempos estava com
uma grande amiga minha a organizar a mala de um certo e determinado acampamento [brutal!], e pensava alto enquanto arrumava o caderno, a caneta e O Livro ‘Ora bem, já está tudo arrumado, só faltam as coisas sem as quais não vivo em condições’. Como estava com ela, ia ter com os amigos e levava a mochila comigo, não era de todo mentira ! O que é facto é que ela riu-se quando me ouviu, mas dias depois deu-me razão quando ela própria se apercebeu de que partilhava da minha dependência com os suportes de escrita. Era pior se fosse viciada noutras coisas, não ?) (Mais um grande parêntesis. Já nem sei onde parei. Ah! Sim, esclarecida!)

Então só falta falar das amizade a florescer ou em fase de amadurecimento.
Já alguma vez sentiram aquela alegria contagiante apoderar-se do vosso ser, só de ouvir a pessoa do outro lado da linha dar uma gargalhada, ou senti-la sorrir pelo tom de voz?
Ora aí está ! Era exactamente nesse ponto fulcral que queria tocar. É que aquelas amizades, que apesar de terem poucos dias de experiência, ou mesmo aquelas que já duram há séculos, fazem-nos sempre ficar a sorrir nestes momentos, durante as grandes conversas em que se despedem uma quantia considerável de euros e até três horas depois da conversa acabar.
Meus amigos, e grandes viciados no MSN e em chats, eu lamento dizer, mas a menos que ambas as pessoas estejam equipadas com webcam’s e microfones (e mesmo assim ainda é difícil), nada substituirá a grandeza de certos momentos, tais como o abraço, o timbre da voz, a dicção das palavras, o beijo e olhar.

E desafio alguém a convencer-me do contrário (LOL. Sabem que é inútil devido ao simples facto de eu ser teimosa como só eu sei ser, e porque acredito piamente nisto).

Ponto final



Um Beijo *

quarta-feira, 16 de agosto de 2006

Capela do sítio mágico


Voltei para casa já há três dias e ainda não consegui escrever uma única linha sobre as duas semanas que me reanimaram o coração.
Não descrevi as amizades reencontradas, as amizades iniciadas, as flores, o vento, o mar, as crianças, os sorrisos, os trabalhos, as lições de vida, as lágrimas, os abraços, as partilhas, o nariz entupido, a rouquidão, as gripes com febre, os baloiços, as fotografias, as cartas, a sueca e a bisca, a casa Teninson, as mãos dadas, as lamexices, os ensaios, as idas às piscinas, as tentativas frustradas de mergulhar em águas revoltas, as grande conversas, as conversas que se queriam grandes mas eram sempre interrompidas, os chocolates, os (muitos!) gelados, os presentes, as gargalhadas, o stress das ‘noites de gala’, os rascunhos, os seminários, os desabafos, os debates (dentro e fora de salas), o sono, o chouriço, a queima do chouriço que não se realizou, a lua, a tão bela lua, o frio da noite, o orvalho respirado à janela quando se acordava cedo, os banhos de água gélida a altas horas da noite (ou então bem cedinho pela manhã), o cuidar de quem gostamos, os filmes, o (tão treinado) inglês, a ‘Quinta’, o vólei, as corridas e parvoíces, as conversas intensas e longas com o Big Boss (como diz a Olga), aquele sentimento de identificação plena com um ser nunca antes visto, o aperto de mão à chegada e o abraço de não querer largar à partida, o ‘prometes?!’ mil e uma vezes repetido, os convites, a troca de contactos, a força, o reerguer do corpo e da alma, as saudades, os longos passeios na areia, as meias partilhadas, os ralhetes, os jogos de damas e de dominó, as conchas, as pedras, as músicas, os tics, o bem-estar geral, a cumplicidade que, de tão grande que era, até se podia respirar, os cadernos, os livros, O Livro, a erva, a caruma, as formigas e moscas, os bichos enormes e com antenas, o telemóvel sem bateria, a dor de querer estar perto e estar longe, o despender de dinheiro apenas porque se gosta, as surpresas com a variante de balde de água fria, o aprender mais do outro, o compreender, o aceitar e amar mesmo assim, os amigos, as amigas, as manas, a imensidão de amor que ali existe, as conquistas, as batalhas, os medos vencidos, os cultos, o louvor, a paragem para beber água, o repousar de tanto se estar cansado, as cantorias, as guitarradas, o pôr do sol, o jantar à luz do pôr do sol, o tacto, a euforia, a expectativa, as histórias, as piadas ...

E tantas , mas tantas outras coisas.
Não encontro uma única palavra para descrever quão magníficas foram estas semanas.
Não obstante as saudades que já sentia pelos que cá deixei, o sentimento que em mim se instalou dividia-me de tal forma que o querer ficar se transformou no querer partir, ainda mais quando vi cada par de olhos marejados de lágrimas pela saudade que já se sentia naquele adeus.

Agora, estou aqui sentada, impaciente por alcançar a liberdade e os meios para me meter num qualquer comboio e partir ao encontro de todos aqueles que agora caminham a meu lado, ou pelo menos caminharam durante uma semana ou duas.

Vocês que deixaram aquela marca em mim, sabem bem quem são.
Aqueles que deixei e aqueles para quem voltei.
O certo é que no meu coração cabem todinhos.

(Quanta lamexice !)



Um Beijo

*

quinta-feira, 27 de julho de 2006

Tiarada por não sei quem (não sei quem tira fotos muito engraçadas), nos anos dela.


Porque é que todo o ser humano tem esta profunda necessidade de coexistir com outro do sexo oposto (nestes tempos modernos, por vezes, sendo do mesmo sexo) numa relação que (em certos casos) é inabalável, duradoura, feliz, essencialmente apaixonante e onde o amor rege essa existência partilhada ?

Esta filosofia do 1+1=1 melhor , confunde-me .

Mas há coisa melhor que estar perdidamente apaixonado ?
Ainda que não o entenda por completo, sei de cor esses sintomas, não por serem frequentes, mas porque foram intensos quando existiram.

Eu queria dizer mais qualquer coisa, mas as palavras não fluem nesta tentativa frustrada de definir o que me vai na alma. Pode ser que na quietude do descanso, quando estiver desprevenida, a resposta à minha pergunta apareça em forma de ... apareça num formato perceptível e esclarecedor, de modo a responder a esta e muitas outras perguntas curiosamente pertinentes, razão pela qual ando ávida de soluções.

-*-

Sim, já me ralharam por me ter esquecido de dar prémios ! (:

Prima Ana Carolina, mais conhecida por Xinoca (ou ainda ‘Xinoca fugiu!’), o teu prémio é o de Pessoa Que Me Ajuda a Comer Um Pacote de Bolachas Inteiro e de Pessoa Que Explica Que Devo Fugir Dos Estranhos Que Estão À Porta E Ir Dizer À Minha Mãe Que Estou Mal Porque Estou A Passar Pela Crise Dos 5 Anos, de Pessoa Que Diz melhor ‘OH MY GOD ! WHY ?!’... Prémio de Melhor Prima Do Universo e Arredores, porque fazer-me rir e ajudar-me são duas das tuas maiores (e muitas) qualidades, dado que tens uma maturidade que muito pouca gente nota.

Para a menina Ana Teresa vai o prémio de de Pessoa Que Tem Sempre Uma Coisa Nova Pra Partilhar, Que Tem Sempre Música Interessante E Com Quem É Bom Conversar.

Está tudo satisfeito !? x’D

Vocês merecem !


-*-


Pensamentos ao som desta óptima música.



Um Beijo

*

terça-feira, 25 de julho de 2006


Parabéns minha pequena Nádia.
O dia é todo teu. Não te digo para seres feliz porque ontem vi que não o podes ser mais do que agora.
Obrigada por te teres tornado na pessoa que és, e por me mostrares que nunca se desiste de um amigo (tu entendes).
Obrigada por teres ouvido a metade esquerda do teu cérebro, pelas boas gargalhadas, pelas cantorias e danças, pelos sorrisos, pelas lágrimas.
Por teres crescido forte e saudável por dentro e por fora.
Faltam-me as palavras . ‘Do you remember?’
(‘:

(L).te , entendes ?

Que contes muitos !


-*-


Sei que hoje o post devia ser única e exclusivamente da aniversariante, mas não posso deixar de fazer menção às coisas que me têm feito crescer durante estes dias .
E são elas, vocês.

Queria pois galardoar com prémio de Pessoa Que Me Anima Sem Sequer Saber, a minha eterna amiga Joana e o meu amigo Filipe, pois sentir que estão comigo já me levanta.

O prémio de Pessoa Que Está Sempre Disponível E Consegue Sempre Mostrar-nos O Lado Óbvio e Racional Ao Qual Tapamos Os Olhos vai para a minha adorada mana Tuxa (até me esqueço que te chamas Cláudia), por se mostrar sempre disponível, amorosa, de braços abertos e sempre pronta a fazer-me sorrir.

Para a Nádia (aniversariante) e a Claúdia Piek vai o prémio de Pessoa Que À Sua Maneira Sabe Mostrar Que Me Ama e Com Um Simples Sorriso Ou Piada, Por Pior Que Ela Seja, Me Faz Esquecer As Adversidades, Pessoa De Quem Eu Tanto Gosto. Nem vale a pena dizer porquê.

O prémio de Pessoa Mais Cómica Que Conheci Nos Últimos Tempos E Que Tem Uma Forma de Vida Mais Que Admirável Por Ser Só Sua, vai para o namorado da aniversariante, Marco, pois vê-los ontem e conhecer esta personagem inspirou-me literalmente.

Marlon, a ti atribuo o prémio de Pessoa Que A Cada Dia Se Revela Melhor, No Verdadeiro Sentido Da Palavra, A Quem Eu Agradeço Ter Entrado Na Minha Vida.

Ainda, para a minha irmã de carne Ana Sofia, o Prémio De Tudo Em Um, por mereceres todos os prémios acima referidos, és tudo.

Por último queria atribuir o Prémio de Melhores Pais Apesar De Tudo, aos meus.

Parabéns Nádia. Obrigada a Todos. Acabei de Acordar do Sonho de Ontem. Estou pronta p’ra outra.



Um Beijo

*

segunda-feira, 24 de julho de 2006



Procuro reencontrar vestígios deste sentimento em recados, papéis e sonhos desfeitos, espalhados pelas gavetas e armários do meu ser.
Não encontro. Chego à bela conclusão de que nunca antes me senti assim.
Tão desesperadamente só.
Sim, sei que tenho pessoas especialmente fantásticas que sempre me deram a mão quando eu precisei, e que seguramente continuarão a fazê-lo.
Mas nem o seu imenso carinho e apoio preenche este vazio tremendo que de mim se apodera com uma força nunca antes vista.
Era suposto não me sentir assim, tão desamparada. Mas a minha muralha de força desabou por completo, anulando qualquer hipótese de alguma vez ter sido sólida.
O abraço, o conforto, a certeza de que por mais que qualquer coisa acontecesse tudo ficaria bem no final, foge-me por entre os dedos qual a fina e seca areia de uma bela praia.
E por mais belo que tudo se apresente à minha volta, por mais que tenha dias repletos de retalhos de amor com os quais faço a minha capa de amizade, à noite , tudo se revela.
Tudo me incita a pensar nestas coisas que se desenrolam depressa de mais, tudo propicia ao descontrolo da fé, ao evadir-se da força, ao dar largas às lágrimas.
Durante o dia ajo como se tivesse dormido toda a noite. Como se esta não estivesse salpicada de pesadelos, insónias e prantos.
Durante o dia visto a minha capa de amizade. É ela que torna tudo bem mais fácil e me faz esquecer apenas um pouco de tudo o que a noite trouxe.
E vistas bem as coisas, isso já é muito.




Um Beijo

*

sábado, 15 de julho de 2006

Tirei-a eu, pensando em quem não devo !



« Out across the endless sea
I would die in ecstasy
But I'll be a bag of bones
Driving down the road along

My heart is drenched in wine
But you'll be on my mind
Forever ! »


Excerto de Don't Know Why de Norah Jones



[ Breve referência ao últipo post:

O texto 'Culpa' é do Cronista Edson Athayde, um escritor com 'E' bem grande (como já se pôde ver). Não o disse no devido tempo porque estive à procura do nome do senhor até agora. Se gostaram, leiam mais umas coisinhas dele por estes lados, ou então procurem por aqui, que é como eu sempre faço q: ]




Um Beijo

*

terça-feira, 11 de julho de 2006

Ela é que tirou. Não se vê a cara, as cores são vivas. Perfeito x'D


Estou há dois dias fechada em casa sem sair, porque a Câmara resolveu tirar o autocarro ao sítio onde eu trabalhava.

É caso para dizer 'Oh meu Deus ! (lamentações , queixas , este País , e suas variantes) !'

Agora que escrevi isto pensei no meu texto de Teatro deste ano. E só por isso vou partilhá-lo com vossas excelências :D

"Culpa: Conceito judaico-cristão que encontrou nos povos latinos a razão da sua existência. Portugal não é excepção. Neste país, toda a gente tem culpa. E ninguém tem culpa alguma.

O problema é que aqui a culpa morre solteira, mas deixa filhos: as dores de cabeça infinitas e os problemas insolúveis que temos de enfrentar no nosso dia a dia.

Dentro da lógica nacional, é muito mais importante atribuir a culpa (sem nunca, é claro, encontrar o culpado) do que resolver a questão. Apontar o dedo é mais relevante do que dar um murro na mesa e mudar a situação.

Tornámo-nos, portanto, numa nação de culpados. Logo, numa nação de inocentes. Porque a culpa só existe numa situação de exclusão de partes. Como todos estamos envolvidos no processo de culpabilizar e sermos culpabilizados, ninguém pode arvorar-se em santo.

Mas de todas as culpas a que mais me encanta é a chamada 'Culpa do País'.
Em Portugal, se algo está mal, a culpa é sempre do País.

Temos a habilidade de dizer que neste país nada funciona, como se não fôssemos nós o País. Como se o País fosse uma outra pessoa, um tipo mal formado, mal educado, cheio de hábitos e manias, com quem temos de conviver a contra gosto; nós, que somos uns tipos porreiros e merecedores de outro destino, merecedores de viver num outro lugar mais ao nosso nível, um sítio entre a Suíça e a Suécia, no mínimo.

O País é o culpado, claro. É eçe que nos faz chegar atrasados aos nossos encontros. É ele que suja as ruas. É ele que rouba na corrida de táxi. É ele que deixa de votar para ir à praia. É ele que faz as coisas pela metade. É ele, o país, que, em vez de se concentrar em produzir, passa o tempo a fazer fofocas.
salvo seja, Portugal é uma coisa, o País é outra. Portugal é a pátria, é a cultura, o berço, as gentes. Portugal é bonito, foi feito para ser respeitado e admirado. Já o País, não. O País é só o culpado de Portugal não ser aquilo que desejávamos que fosse.

Portugal é um modelo de virtudes possíveis. O País é uma bagunça.
Portugal é a pátria de um cineasta de renome internacional, como o grande Manuel de Oliveira. E é o País que se recusa a ir ao cinema ver os seus filmes.
Portugal orgulha-se da Amália. O País compra os discos da ágata.
Portugal vive a exportar grandes futebolistas para a Europa. Já o futebol, do País, por favor, é para esquecer.

Poderíamos continuar indefinidamente a enumerar as enormes diferenças e desavenças entre Portugal e o País. De resto, é exactamente o que fazemos todos os dias. Exorcizamos as nossas culpas tornando este recanto à beira mar plantado num lugar esquizofrénico. Poderíamos fazer melhor.

E é por isso que tenho a impressão de que, se um dia Portugal e o País se encontrassem numa esquina, seria uma cena de bofetadas. Como se um e outro não fossem parte da mesma coisa. Não fossem mesmo uma só coisa. Com todas as qualidades e defeitos naturais da vida.

Mas, enquanto isto não muda, tenha cuidado e não convide Portugal e o País para jantar juntos na mesma mesa. Eles nunca vão entender-se. E o mal-estar criados seria culpa sua.
Se bem que, pensando bem, talvez a culpa não fosse de ninguém."


Gostaram ?


Um Beijo

*

sábado, 8 de julho de 2006

Fotografia da aniversariante, que muito me orgulho de ter tirado (':


Hoje o dia é todo teu. Aproveita-o, tal como mereces.
Não vou escrever textos compridos. Já aprendi que por vezes as palavras podem estragar a simplicidade que um sentimento tão puro como este tem.
A felicidade foi algo alcançado por ti, não sei se tens essa consciência. É teu mérito teres aberto a porta quando ela bateu.
Por isso, e por muitas outras coisas, só desejo com todos os poros da minha pele (e alma) que usufruas dessa felicidade da melhor maneira possível.
Por tudo o que sempre tivemos em comum, pelas partilhas, pela ajuda indispensável que sempre foste e ainda és. Pela pessoa maravilhosa em que te tornaste e por tudo de bom que trouxeste à minha vida, um muito obrigada de coração, com lágrimas e tudo.

Muitos parabéns maninha. 'Que contes muitos !'

Beijo Sincero de Quem Te Ama

*